5 dicas para passar em Concursos Públicos 24 March
5 DICAS SOBRE COMO TER SUCESSO EM CONCURSOS
Dica 01 – PERSEVERANÇA
O caminho é árduo, mas nunca se dê por vencido. Acredite em si. Se você duvidar de sua capacidade nada vai dar certo. Agora, cuidado, não acredite demais em si mesmo, identifique suas dificuldades, dúvidas e procure saná-las. Freqüente um bom cursinho, forme um grupo de estudos, identifique as matérias que você tem menos afinidade e dedique um tempo maior de estudo para elas. Em fim, seja perseverante, estabeleça seus objetivos “concursais” e persiga-o sem medir esforços.
Dica 02 – DISCIPLINA
Faça aquilo que estiver planejado. Cumpra com o seu planejamento. Estabeleça regras a serem seguidas, tais como: cuidado com o sono, horários pré-estabelecidos de lazer, horários de estudo matéria por matéria. Fazendo dessa forma você evita aquela sensação de frustração, de não cumprir com o que estava planejado para estudar. O bom mesmo é se superar, por exemplo, planejar estudar 4 horas e conseguir 6 horas ininterruptas, é planejar acabar dia tal com o conteúdo programático de determinada matéria e conseguir antecipar esta data.
Dica 03 – CONCENTRAÇÃO
Mais vale 3 horas de um estudo concentrado, anteriormente planejado, do que 8 horas de estudo disperso, interrompido, sem concentração. Quem nunca leu uma única linha várias vezes e não conseguiu absorver nada. Identifique horários do dia, situações, ambientes e técnicas onde seu poder de aprendizagem é maior. Alguns gostam de estudar nas primeiras horas da manhã, outros rendem mais estudando a noite. Não importa, perceba o que funciona melhor para você e concentre-se.
Dica 04 – PLANEJAMENTO
Saiba exatamente o dia em que você estará preparado para passar no concurso escolhido. Planeje seu estudo matéria por matéria, planeje suas revisões periódicas, programe resoluções de exercícios.
Dica 05 – MOTIVAÇÃO
Aqui mora um grande perigo. Já vi muita gente boa ficando no meio do caminho. Desistindo antes de completar o ciclo. Não desanime. Encontre motivação nos pequenos progressos. Alegre-se com suas conquistas e esteja preparado para as decepções. Entenda que obstáculos e quedas fazem parte de uma caminhada.
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Como Passar em Concursos Públicos? 1 February
Como Passar em Concursos Públicos? A primeira coisa que se precisa em uma prova é calma, tranqüilidade. Se você começar a ficar nervoso, sente-se e simplesmente respire. Respire calma e tranqüilamente, sentindo o ar, sentindo sua própria respiração. Após uns poucos minutos verá que respirar é um ótimo calmante. Procure manter-se em estado alfa, ou seja, combine calma e atenção.
Comece a ver a prova como algo agradável, como uma oportunidade, visualize-se calmo e tranqüilo. Lembre-se que “treino é treino e jogo é jogo” e que os jogadores gostam mesmo é de jogar: a prova é a oportunidade de jogar pra valer, de ir para o campeonato.
Fazer provas é bom, é gostoso, é uma oportunidade. Conscientize-se disso e enquanto a maioria estiver tensa e preocupada, você estará feliz e satisfeito. Um dos motivos pelos quais eu sempre rendi bem em provas é porque considero fazer provas algo agradável. Imagine só, às vezes a gente vai para uma prova desempregado e sai dela com um excelente cargo! Mesmo quando não passamos, a prova nos dá experiência para a próxima vez. Comece a ver, sentir e ouvir “fazer prova” como algo positivo, como uma ocasião em que podemos estar tranqüilos, calmos e onde podemos render bem.
Ao fazer uma prova, nunca perca de vista o objetivo: passar. O objetivo não é ser o primeiro colocado (o que é uma grande ilusão, já que ser o primeiro traz mais problemas do que vantagens). Também não é mostrar que é o bom, o melhor, o “sabe-tudo”. O objetivo é acertar as questões, tentar fazer o máximo de pontos mas ficar feliz se acertar o mínimo para passar. Só isso.
A simplicidade e a objetividade são indispensáveis na prova, ladeadas com o equilíbrio emocional e o controle do tempo. Para passar lembre-se que você precisa responder aquilo que foi perguntado. Leia com atenção as orientações ao candidato e o enunciado de cada questão.
Em provas objetivas, seja metódico ao responder. Em provas dissertativas, seja objetivo e mostre seus conhecimentos. Por mais simples que seja a questão, responda-a fundamentadamente. No início e no final seja objetivo; no desenvolvimento (no miolo), procure demonstrar seus conhecimentos. Nessa parte, anote tudo o que você se recordar sobre o assunto e estabeleça relações com outros. Sem se perder, defina rapidamente conceitos e classificações. Se souber, dê exemplos. Aja com segurança: se não tiver certeza a respeito de um comentário, adendo ou exemplo, evite-o. “Florear” a resposta sem ter certeza do que está escrevendo não vale a pena. Isso só compensa se tratar-se do ponto central da pergunta, do cerne da questão. Nesse caso, se o erro não for descontado dos acertos, arrisque a resposta que lhe parecer melhor.
Utilize linguagem técnica. A linguagem de prova é formal, de modo que não se deixe enganar pela coloquial. Substitua termos, se preciso. Ex.: “Eu acho”, “Eu entendo”, “Entendo que”.
Correção lingüística. Tão ruim quanto uma letra ilegível ou uma voz inaudível é a letra bonita ou a voz tonitruante com erros de português. O estudo da língua nunca é desperdício e deve ser valorizado. Além disso, a leitura constante aumenta a correção da exposição escrita ou falada.
Evitar vaidades ou “invenções”. Muitos querem responder o que preferem, do jeito que preferem. Em provas e concursos temos que atentar para a simplicidade e para o modo de entender dominante e/ou do examinador. Aquela nossa tese e opinião inovadora, devemos guardá-la para a ocasião própria, que certamente não é a do concurso.
Tenha sempre humildade intelectual. Não queira parecer mais inteligente que o examinador ou criticá-lo. Não se considere infalível, sempre prestando atenção mesmo a questões fáceis ou aparentemente simples. Nunca despreze uma opinião diversa.
“Teoria do consumidor”. Além desses cuidados, temos que ter um extra com alguns examinadores. Lembre-se que todo professor, quando aplica uma prova é, na prática, um examinador. A grande maioria dos examinadores aceita que o candidato tenha uma opinião divergente da sua. Há, contudo, alguns mestres e bancas um tanto mais inflexíveis, casos em que será exigido do candidato uma dose de fluidez, docilidade, suavidade e brandura.
Junte-se a isso o ensino daqueles que sabem atender ao consumidor: o importante é satisfazer o cliente, o cliente tem sempre razão, o atendimento é tão importante quanto o produto.
Esta técnica ensina que o candidato deve ser prudente e pragmático. Pragmatismo, anote-se, é a “doutrina segundo a qual a verdade de uma proposição consiste no fato de que ela seja útil, tenha alguma espécie de êxito ou de satisfação”.
O candidato precisa ter fluidez e maleabilidade suficientes para moldar-se à eventual inflexibilidade do examinador.
Se o seu professor só considera correta uma posição, devemos ter cuidado ao responder pois a prova não é a ocasião mais adequada para um enfrentamento de idéias, até porque ele é quem dá a nota, havendo uma grande desigualdade de forças. Existem os momentos adequados para firmar nossas opiniões e pontos de vista e isso é absolutamente indispensável, desde que na hora certa.
Letra legível, palavras audíveis. Se o examinador não consegue decifrar sua caligrafia nem ouvir sua voz, isso irá prejudicar a quem? Quem tem o maior interesse em ser lido, ouvido e entendido? Será que todos os examinadores, profissionais ocupados e atarefados, diante de centenas ou de milhares de provas para corrigir, terão tempo e compreensão diante de uma letra ilegível? Na hora da prova faça letra bonita, de preferência redondinha (ou, no mínimo, em caixa alta), a fim de que ela fique legível. Treine sua oratória para saber falar razoavelmente.
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